investigador da UC em S Tomé e Principe e... 130 anos de natureza numa semana

Botânica | Biodiversidade | Mudanças Climáticas

Joaquim Santos | 05/09/13 | Coimbra

Investigadores da Universidade de Coimbra deslocaram-se recentemente a S. Tomé e  Príncipe, no âmbito do projecto "No trilho dos naturalistas", da Universidade de Coimbra, financiado pelo QREN/Ciência Viva. Este projecto envolve a produção de uma série de documentários sobre explorações botânicas às ex-colónias, do século XVIII ao século XX.

Quando fez a ascensão em 1885, o jardineiro-chefe do Jardim Botânico de Coimbra, Adolpho Möller, descreveu o caminho até ao Pico de São Tomé como "medonho", onde "só se passa com risco de vida", segundo cartas que escreveu na altura. Júlio Henriques, director do Jardim Botânico que esteve na ilha em 1903, concluiu, numa monografia publicada 14 anos depois: "As dificuldades são grandes, e por isso poucos se têm aventurado a ir até lá."

Jorge Paiva não teme as dificuldades. Subir ao Pico seria apenas um capítulo na mais recente missão deste biólogo, que se notabilizou como professor, investigador e ambientalista, ao longo de décadas na Universidade de Coimbra. Em Julho, Paiva juntou-se a uma equipa de filmagens para seguir parte dos trilhos de Adolpho Möller e Júlio Henriques em São Tomé, num de quatro documentários que a universidade está a fazer sobre as suas expedições botânicas às ex-colónias.

Pode ler uma notícia detalhada sobre este assunto em http://www.publico.pt/temas/jornal/130-anos-de-natureza-numa-semana-26940376

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